Estudando memes, compreendendo a política: entrevista com Felipe Oliveira e Wesley Vasconcelos

Wesley Guilherme Idelfoncio de Vasconcelos é jornalista formado pela Universidade Federal do Cariri (campus Juazeiro do Norte), e Carlos Felipe de Oliveira Souza está no quinto semestre de jornalismo na mesma universidade. Os estudantes foram entrevistados em fevereiro deste ano para falar sobre alguns resultados de pesquisas feitas no âmbito do projeto “Narrativas Midiáticas e Datas Comemorativas: Disputas Políticas de Como se Lembra o Passado”, coordenado pelo professor e orientador Tiago Coutinho Parente. Na conversa, falamos sobre como os memes podem ser um lugar privilegiado para entender a história, a memória e os usos de novas linguagens na esfera política.

1. Vocês pesquisam a relação entre os memes e as formas de fazer política tomando como ponto de partida um evento específico da corrida eleitoral de 2018: a facada dada no então candidato à presidência Jair Bolsonaro. Além desse acontecimento, o que mais despertou a atenção no tema?

Felipe:

Então, a gente começou a estudar sobre o 7 de setembro e acabamos descobrindo muita coisa, pesquisando sobre, indo para vários caminhos. O atentado aconteceu em 6 de setembro e causou um chafurdo na internet, nas redes sociais, entrou nos trending topics do Twitter, e acabamos encontrando muito material sobre isso, seja com fake news, seja com artigos, e com isso a gente foi se aprofundando. Foi um tema bem recorrente pra gente na nossa pesquisa.

Wesley:

Eu entrei na pesquisa quase dois meses depois. Como foi feita a coleta: sobre o 7 de setembro, pensamos e coletamos postagens, memes, textos, qualquer tipo de linguagem na internet que remetesse ao 7 de setembro virou dado para essa pesquisa. Tiago lembrou que o atentado aconteceu um dia anterior ao 7 de setembro, aí ele perguntou: “Será que não fizeram memes associando uma coisa à outra?” E fizeram mesmo associando uma coisa à outra! Fomos coletando memes sobre a facada – reunimos uma coletânea de 41 memes –, e fizemos uma seleção para ir enxugando, e aí fomos pensar numa análise mais de conteúdo. Em 2019, fez um ano que aconteceu o atentado, e aí foi uma forma de pensar como esse fato histórico foi lembrado. E [foi] através dos memes, porque eles são novas linguagens que vêm ganhando cada vez mais espaço. Foi muito uma coligação de ideias porque eu também venho pesquisando sobre eleições, a de 2018 principalmente, e os interesses foram se associando.

2. De que modo vocês os memes auxiliam ou atrapalham os candidatos em uma corrida eleitoral hoje?

Wesley:

Eu acho que a questão não é nem se atrapalham ou se ajudam, mas dos usos que eles fazem e da intencionalidade dos memes. Só contextualizando para chegarmos na resposta: o projeto é parte de um grupo de pesquisa, e nesse grupo a gente faz muitas discussões de autores que conversam com esse tema do projeto. A gente faz discussões, ficha textos, têm as leituras da gente (bolsistas) e de quem participa só do grupo. Para começar a análise dos memes, o Tiago [orientador do projeto] botou pra gente ler artigos do professor Viktor Chagas, da Universidade Federal Fluminense, porque ele [Chagas] explica como é a metodologia da análise de memes, os tipos de memes, a intencionalidade e a questão dos usos (se é pra atrair seguidores, se é para conseguir muitos retweets, se é pra mangar de outro candidato). Então têm essas questões para a gente pensar.

Por exemplo, em 2018 os memes da facada foram, em boa parte, mais para fazer piada do que aconteceu do que realmente para conquistar apoio por votos. Os memes que fizeram da Marina [Silva], por exemplo, foram muito mais fazendo piada e chacota da aparência dela; do Álvaro Dias, comparando com o coringa; do [Henrique] Meirelles, com piadas com a idade dele. Um que soube fazer um bom uso dos memes, pelo menos o que fui percebendo, foi o próprio Ciro [Gomes], porque ele tinha vídeo onde ele explicava o meme do” A, B ou C ou Beyoncé”, compartilhava os gifs das expressões dele, comentava páginas de humor que faziam memes sobre ele. Então tem a questão dos usos, até porque, no caso dele, como ele é visto como o candidato mais turrão, mais briguento, compartilhar memes trazia um ar mais extrovertido, mais animado, enfim, mais brincalhão. Nos outros não teve tanta aderência como no caso dele.

Felipe:

Eu sigo muita gente no Twitter que tem relação com animes, essa cultura mais oriental, e eu vi bastante relação com isso. Se não me engano, foi com o Kim Kataguiri, [como] ele se aproveitava para fazer meme com abertura de animes, paródias. Isso, de certa forma, auxiliou para que ele chegasse a um público mais jovem. Eu vejo os memes podendo ajudar numa corrida eleitoral, sendo dessa forma, pra chegar mais próximo de um certo público. Para atrapalhar, eu acredito que seja memes mais como chacota mesmo. Na época do Fora Dilma, eu lembro bastante de memes que zoavam bastante ela, que tiravam sarro, passavam uma má imagem dela em forma de meme. Esse humor meio sórdido acabou reforçando quem já apoiava o Fora Dilma, e assim acabou reforçando para o golpe.

Para você achar um artigo falando sobre meme – no sentido mais popular que é hoje -, já era algo difícil. E para relacionar ele com política, já foi algo mais difícil ainda. (Felipe Oliveira)

3. Os memes, como vocês apontam no artigo apresentado no Intercom 2020, possuem uma natureza multifacetada, pois se alimentam de códigos próprios da cultura ao mesmo tempo em que passam por processos de ressignificação e reinterpretação. Pensando nisso, quais as dificuldades teóricas e metodológicas que vocês tiveram para compreender o fenômeno em questão?

Wesley:

Pelo fato da análise de memes ser uma metodologia muito recente, tanto que a gente só conseguiu fontes bibliográficas para pensar isso nas produções do professor Viktor Chagas, acho que a dificuldade é essa também. Os memes são coisas muito voltadas para o humor, tanto que teve uma aula em que eu estava falando sobre uma proposta de artigo para analisar memes e a professora ficou: “Amado!? Como assim?”. E aí eu tive que explicar direitinho, mostrar as indicações e até mostrar artigos direitinho sobre como foi essa questão.

Como é algo novo, tem poucos trabalhos para basear. Por ter pouca coisa, a vantagem também é que não tem tanto parâmetro, então a gente pode traçar novos caminhos, tanto que a escolha metodológica que a gente teve foi priorizar os memes contrários ao bolsonarismo, porque aí já tem um recorte. A seleção foi mais sobre aqueles que contribuíram para a construção de uma narrativa lógica para a análise. Mas tivemos uma dificuldade na questão da bibliografia, porque era uma coisa mais nova, e também na questão da análise de conteúdo: quais aspectos a gente priorizaria na hora da descrição? Seria o tipo de foto, a expressão, a frase, seria tudo? Também tem essas questões a se pensar.

Felipe:

Os memes são algo novo, então não tem muita coisa falando sobre. A gente acabou pesquisando muito em áreas não tão acadêmicas. Usamos bastante imagens do Twitter, do Facebook, enfim. E aí, quando chegou na fase mais acadêmica, levantamento bibliográfico, e tudo mais, não encontramos tantos trabalhos como a gente esperava. Em um dos artigos que a gente pesquisou, encontramos a origem da palavra meme, e é uma origem totalmente biológica. Depois ela [a palavra meme] se adaptou e acabou evoluindo para o que é hoje.

Para você achar um artigo falando sobre meme – no sentido mais popular que é hoje -, já era algo difícil. E para relacionar ele com política, já foi algo mais difícil ainda.

Wesley:

Mas uma vantagem é que a gente vê que os estudos sobre essas novas linguagens vêm aumentando bastante. Estamos construindo um artigo sobre os memes envolvendo a covid-19 e encontramos uma dissertação de mestrado na UFRJ que fala sobre memes do MBL em 2014, além de repositórios incríveis que fomos descobrindo no processo, como o portal do #MuseudeMemes, que tem um repositório enorme de memes, trabalhos científicos, e é uma base de dados essencial para as nossas pesquisas, e que vem crescendo muito. Também têm professores quem vem pesquisando essas novas linguagens com projetos, como a Gabriela Almeida, mestranda em Direitos Humanos pela UnB, que pesquisa figurinhas de WhatsApp e a questão do racismo recreativo. É um campo que está crescendo, então é bem legal estar participando dele.

4. A partir da pesquisa de vocês e de outros trabalhos sobre o assunto, podemos dizer que os memes e outras manifestações na internet constituem hoje parte da política, tanto que vimos a ascensão de muitos candidatos da “nova direita” a partir da exploração dessas linguagens. Pode-se afirmar que existe ainda uma dificuldade da esquerda em captar essas transformações da política a partir da internet?

Wesley:

A esquerda é muito diversa, assim como têm diversos setores na direita: tem a direita mais antiga, que mal usa internet (só comprando bots), tem a esquerda mais nova, que tem todo esse trabalho nas redes sociais com essa militância que eles organizam, tem também a esquerda que está explorando essas novas linguagens, então tem muita coisa. Há, inclusive, uma questãobque é importante ver: as eleições de 2020 foram municipais, e a gente viu em algumas capitais, por exemplo, o uso intensivo dos memes. Manuela d’Ávila, por exemplo, usou os reels do Instagram o tanto que ela conseguiu, houve vários memes sobre ela. Em Fortaleza também teve muito isso: a gente tem políticos extremamente meméticos aqui no Ceará, por exemplo, os Ferreira Gomes [Cid e Ciro Gomes] fazem muito uso dos memes. Por exemplo, aquele motim da polícia militar que aconteceu aqui no Ceará no ano passado, em que o Cid [Gomes] derrubou aquele murinho com um trator e teve toda aquela confusão, enquanto parte do Brasil estava chocada, tinha um pessoal fazendo memes adoidado. Ainda hoje, no tempo que saiu a nota de 200 reais, fizeram memes com o Cid dirigindo o trator como sendo a imagem da nota. Então, tem essa questão da gaiateza do povo, do senso de humor do povo. Por que nossa realidade está memetizada também, então essa onda de memes que acontece pode ser muito mais possível hoje do que poderia ter sido há 20 anos atrás.

Acho que por ser uma coisa nova de se perceber, os usos políticos dos memes para conseguir apoio e aderência, isso talvez a gente veja os frutos mais adiante. Então, por isso que eu concordo e discordo que a esquerda esteja errando com essa aderência às novas linguagens, porque é uma coisa muito arriscada de pensar em bater o martelo agora. Tem muita coisa para vir ainda, tem muita coisa para acontecer, então por isso que eu acho que a gente ainda verá mais disso.

Eu acho que talvez a gente ainda vai ver tanto a direita fazendo mais uso dos memes (porque o que a gente viu até agora foi a direita se apropriando de candidatos muito caricatos, como Cabo Daciolo, extremamente caricato e que gerou vários memes) e em outros espectros políticos. Além de outros usos por parte da direita, como é o caso do gabinete do ódio, que usa todo recurso possível para atacar quem se oponha ao presidente, por exemplo, na época do rompimento com a Joice Hasselmann, circularam diversos memes comparando ela à uma porca, além dos ataques e ameaças que ela relatou. Então, acho que ainda tem muita coisa para acontecer, que vai nos ajudar a compreender melhor tudo isso e tecer nossa opinião. Calma que a resposta vem!

Felipe:

É possível ver muita coisa assim aqui no interior. Um candidato para prefeito da nossa cidade fez, em uma das propagandas dele, com uma tela verde atrás, um saco de farinha do lado. Ele falava: “Ahh, você vai votar de novo nesse candidato, esse candidato não vai pra frente, o mesmo candidato que está há anos no poder”, e etc. Ele olhava para o saco de farinha e no fundo tinha um estoque de farinha. Ele olha para o saco de farinha e fala: “é tudo farinha do mesmo saco” e ainda tirava onda.

(…) tem essa questão da gaiateza do povo, do senso de humor do povo. Por que nossa realidade está memetizada também, então essa onda de memes que acontece pode ser muito mais possível hoje do que poderia ter sido há 20 anos atrás. (Wesley Guilherme)

5. Além das possibilidades de crítica, como os memes também podem contribuir para a desinformação?

Felipe:

Existe o caso de uso de memes como fake news. Com o tanto de fake news rolando, acabou que muitos foram em formato de memes, que foram transmitidos nas redes sociais. Como os da Dilma que citei, [eles] acabaram deixando a imagem dela mais afetada e isso ocorreu bastante com a Manuela D’Ávilla, que era a vice de Haddad. Eu vi várias dessas imagens, e acho que é uma das formas que os meios podem contribuir para que o povo acabe se desinformando.

Wesley:

Eu passei um período, no começo do curso, em um projeto sobre fake news e a questão da desinformação. Tinha toda a crítica do termo fake news e a tradução para “notícias” falsas, porque reduz muito o debate da desinformação. Porque, muitas vezes, não era nem questionar o que eram as notícias falsas, mas uma informação incompleta, manipulada, tanto que nesse tempo nós estudamos sete tipos de fake news. O termo fake news foi o que se popularizou, mas vai muito além da distinção de verdadeiro ou falso.

A questão da desinformação é justamente que o que pega mais: muito mais do que a informação 100% falsa, são informações fora de contexto ou incompletas. Por exemplo, essa questão dos direitos humanos ser pra vítima, mas que vítima é essa? Tem todo um debate por trás disso. A vantagem do meme ser um elemento tão interessante de estudo é porque ele é uma peça informacional – não necessariamente comunicacional porque a comunicação é todo um processo –, que é simples, se replica e rapidamente alcança um grupo de pessoas muito grande. Essa informação, se estiver incompleta, ela vai chegar incompleta para as pessoas; se ela estiver completinha, fosse só pra você achar graça, ela vai chegar a essas pessoas também. Tem a questão, novamente, do uso dos memes. A vantagem da informação ser curtinha é porque ela vai chegar mais rápido. Só que por ser curtinha, tem o perigo de “que informação é essa”? O que isso vai deixar de fora?

Parte disso nos lembrou a tese de Tiago, nosso orientador. O doutorado foi em Memória Social, pela UniRio. Na tese, a questão norteadora era: o que esquecemos quando lembramos de Iracema? Ele traz todo um debate sobre a Iracema e o mito fundador do Ceará, e como essa narrativa constrói um ideal cearense que é o oposto do que realmente é, e apaga muita coisa da nossa história. E isso se aplica muito aos memes: a forma como isso vai chegando a essas pessoas; se elas vão rir ou acreditar. Tem essa questão também. O meme é muito uma faca de dois gumes, por isso que, mais adiante, quando a pessoa tiver um entendimento melhor sobre como organizar para ter os frutos que se espera, os usos vão ser muito maiores.

6. Na pesquisa, vocês apontam que os memes devem ser entendidos enquanto documentos para a compreensão do presente, como também do nosso passado. De que forma isso é possível? E o que vocês estão estudando atualmente no grupo?

Felipe:

Então, no nosso projeto, estudamos sobre memória, e estávamos pesquisando sobre, quando Tiago [orientador] levantou um ponto para o grupo, que é basicamente assim: as coisas estão acontecendo, estão sendo escritas de alguma maneira, estão sendo documentadas. E o que não é documentado, por exemplo, o acontecido de uma guerra, se não for escrito, daqui a 100 anos só vão ter rumores sobre essa guerra, não vai ter nada escrito, nada que prove, que diga que aconteceu. Com o passar do tempo, houve várias maneiras de registrar: por foto, vídeo, hoje posso gravar algo que está acontecendo agora, tipo uma eleição: tem vídeos do atentado do Bolsonaro; se não tivesse gravado, teriam só as pessoas que estavam lá pra dizer que aconteceu. Como está gravado, todo mundo pode confirmar: realmente aconteceu!

Wesley:

Para pensar nessa questão do meme enquanto documento, nos baseamos em um texto do [Jaques] Le Goff, sobre monumento e documento, que deu um start nas nossas mentes. O meme pode ser pensado como uma estrutura de linguagem, uma forma de se contar alguma coisa. Uma estrutura que é intensamente replicada por um grupo de pessoas e, futuramente, vai servir como registro dessa memória coletiva, dessas práticas culturais. Porque, quando se pensar o episódio da facada no Bolsonaro, vão existir artigos de opinião sobre isso, por ser a primeira vez que um candidato sofre um atentado em plena campanha; vão ter notícias, vídeos, entrevistas, vão ter memes, tweets, contrários e favoráveis, onde as pessoas reagiram a isso tudo, porque também são formas de se pensar. Para construir uma memória que vai ser lembrada no futuro, todas essas linguagens, figurinhas, memes, ilustrações, charges, tirinhas, tudo isso são linguagens de se construir a narrativa desse presente, contar a história em curso. E cabe aos historiadores do futuro decidir de que forma essa história vai ser contada e o que vai ficar de fora. Então, é por pensarmos os memes como formas de se compreender as reações e pensamentos de um determinado grupo de pessoas no ambiente online, que o tratamos como estruturas documentais.

A gente está nesse debate sobre nacionalismo no grupo a partir do pensamento de Rosa Luxemburgo. Também estamos vendo um trabalho paralelo: essa edição do Enem foi a segunda que não se menciona a ditadura militar, e estamos analisando todas as provas de 1998 até 2020 para observar como foi tratada a história, o sentido de datas comemorativas – porque é o que a gente vê primordialmente no nosso projeto – e como é trabalhado a questão dos feriados e de narrativas. Vamos montar uma análise sobre como foi trabalhado isso no Enem. Se a gente for pensar, o Enem tem todo um impacto por ser o exame de vestibular de maior alcance, já que todo mundo tem de fazer o Enem para entrar na universidade pública, federal principalmente. O Enem define o que vai ser estudado e o que não vai, porque se a gente for pensar, no terceiro ano, principalmente, o foco que a gente vai estudar é o que vai cair no Enem. A gente não vai dar um foco todinho estudando a Grécia Antiga se ela cai em uma questão perdida de filosofia que fala o básico de Sócrates.

Se a prova não trabalha a ditadura militar de forma alguma, então não tem o porquê, para os professores de história, pela lógica, se debruçarem sobre essa questão para estudar para a prova. E os alunos não vão se interessar porque não vai cair na prova. Isso diz muito do sistema educacional, que foca muito no Enem, diz muito sobre a política negacionista da ditadura que o Bolsonaro vem fazendo desde a pré-campanha, porque ele sempre chama de “revolução”, e também do futuro: se não for pautado no Enem, por consequência, não vai ser pautado nas aulas, e aí vai acabar gerando um esquecimento coletivo sobre essa pauta e um desconhecimento ainda maior.

Sobre os pesquisadores:

Felipe Oliveira, conhecido como Felope, é estudante do quinto semestre de jornalismo na Universidade Federal do Cariri (campus Juazeiro). É bolsista do projeto de pesquisa “Narrativas Midiáticas e Datas Comemorativas”, cujo foco no projeto são as datas comemorativas, momentos específicos da história. Atualmente, pesquisa sobre memória e documentação envolvendo momentos históricos e datas comemorativas.  Lattes | E-mail

Wesley Vasconcelos. Arquivo pessoal.

Wesley Vasconcelos é jornalista formado pela Universidade Federal do Cariri. Atualmente, faz licenciatura em história pela Unopar. Juntamente com Felipe Oliveira, faz parte do projeto chamado “Narrativas Midiáticas e Datas Comemorativas: Disputas Políticas de Como se lembra o passado“, onde publicou o artigo “A Cultura dos Memes e as Formas de se Pensar a Política do Presente” com a colaboração Felipe Oliveira. Seus temas de interesse giram em torno de muita coisa, como Educomunicação, política nacional e regional, redes sociais, novas linguagens, história, memória. Lattes | E-mail

Tiago Coutinho Parente é professor adjunto de Teorias da Comunicação do Curso de Jornalismo da Universidade Federal do Cariri. Seus temas de interesse estão ligados a relação entre às narrativas midiáticas e as políticas de memória instituídas pelo Estado e suas instituições de saber. É orientador da pesquisa conduzida por Felipe Oliveira e Wesley Vasconcelos. Lattes | E-mail

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